Dormir bem Pode Mudar sua Saúde e a sua Pele

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Muitas vezes banalizada, uma boa noite de sono pode prevenir doenças graves

Atualmente poucas pessoas têm uma noite bem dormida. A correria do dia a dia, o estresse e o sedentarismo também afetam o nosso sono. No entanto, dormir bem é essencial para ter qualidade de vida e uma boa saúde.
Passamos aproximadamente um terço de nossas vidas dormindo. Dormir bem é essencial para várias funções do corpo humano, inclusive para o desempenho físico e mental, para o fortalecimento do nosso sistema imunológico, além da formação de vários hormônios na fase REM do sono, que é a mais profunda. Portanto, é preciso dormir e dormir bem.

Segundo o nutrólogo e precursor da medicina ortomolecular no Brasil, Dr J Bussade, dormir é essencial para a manutenção do corpo humano. “Quando dormimos nosso sistema imune se fortalece, há a secreção e liberação de hormônios durante o sono, como o hormônio do crescimento, por exemplo”, destaca.
Outros benefícios de um sono de qualidade são a melhora da memória e o relaxamento e repouso dos músculos. Dormir bem também pode ajudar no controle de emoções, colaborar para a  tomada de decisões e, até mesmo, aumentar a criatividade.

Prevenção de doenças

A medicina preventiva é mais importante até mesmo que a medicina para cura. Nesse sentido, aponta que dormir bem pode ajudar a prevenir diversas doenças.
O mal de Alzheimer é uma doença incurável que se agrava ao longo do tempo, mas, diferente do que muitos pensam, ela pode ser prevenida e uma das maneiras é ter um bom sono. O Parkinson também pode ser prevenido com a manutenção de um sono de qualidade.
Dr J Bussade lembra que doenças como ansiedade e depressão também podem ser combatidas. “A diminuição da melatonina é uma das causas dessas doenças e é preciso controle. A melatonina regula o relógio biológico da pessoa e, portanto, o sono. A falta de sono pode aumentar ainda mais a ansiedade e depressão”, declara.

Atividades físicas

A prática de atividades físicas é essencial para um sono com qualidade e técnicas de meditação como yoga, tai chi, entre outras, podem ajudar muito. Cabe destacar que pessoas sedentárias têm um sono de pior qualidade e, por isso, estão mais propensas a diversos tipos de doenças.

Luzes e eletrônicos

Muito comum atualmente, um mau hábito que prejudica a qualidade do sono é o excesso do uso de aparelhos eletrônicos, principalmente antes de dormir. Pesquisas apontam que o ideal é que não se use esses aparelhos por, pelo menos, 30 minutos antes de deitar.
Outro hábito prejudicial é dormir de luzes acesas. Dr J Bussade afirma que essa atitude dificulta uma boa noite de sono. “É preciso dormir com tudo escuro, porque com luzes acesas a pessoa não chega ao sono mais profundo, que é aquele que realmente proporciona o descanso e que estimula o corpo a produzir hormônios”, aponta.  Ele ainda indica que quando a pessoa for no banheiro durante à noite, o mais indicado é que continue com as luzes apagadas e, se possível, utilize uma lanterna na cor vermelha para iluminar o caminho.

Pele

Uma noite mal dormida pode interferir na beleza da sua pele, pois é neste momento que as células se renovam garantindo o reparo e equilíbrio de suas funções.

Durante o sono as células possuem capacidade de organizar suas funções e lidar com os problemas nocivos como sol, vento e poluição.

Neste momento existe a liberação de diversas substâncias que são fundamentais para o corpo, como os hormônios do crescimento, que garante o não envelhecimento celular, além do cortisol, hormônio do estresse que possui ligação com a formação dos radicais livres.

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SOS Cabelo da Paulista: Soluções Para Cuidar dos Fios de Quem Vive em São Paulo

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A composição da matriz étnica da mulher paulista se reflete na formação do cabelo de quem vive na cidade: uma mistura da raça europeia (caucasiana), ameríndia (índio), mameluca (branco + índio) e negra.  Essa herança genética somada às condições de temperatura, umidade, qualidade do ar, radiação solar, poluição e hábitos diários, fazem do cabelo da mulher que mora em São Paulo único em relação aos fios das mulheres dos demais estados do País.

Agressões climáticas

Estudos indicam que ao longo dos anos, a impermeabilização do solo e o aumento do total anual de chuvas na região metropolitana de São Paulo, favoreceu o aumento da umidade, deixando o cabelo da paulistana com mais frizz. “Por causa da qualidade da água e dos altos níveis de poluição, a paulistana tem também o cabelo mais sujo do Brasil, que se deve ao acúmulo da sujeira do dia-a-dia e resíduos de metais presentes na água do banho”, explica a consultora técnica da Goldwell, a engenheira química e cosmetóloga Sonia Corazza.

A radiação solar também prejudica os cabelos de quem vive em São Paulo. Os fios expostos à radiação UV extrema ao longo de todo o ano, estão sujeitos a oxidação e consequente envelhecimento e desbotamento da cor. “A radiação solar é ampliada pela intervenção do material particulado no ar. Quando cada raio de sol incide numa partícula de poluição, sua ação é amplificada e se torna ainda mais prejudicial”, explica Sonia.

Agressões térmicas e químicas

Às agressões externas somam-se aos danos autoinduzidos aos cabelos. “Acostumada a utilizar o secador diariamente, a chapinha sempre e o babyliss às vezes, a paulistana tem cabelos mais desidratados, porosos e propensos à quebra”, ressalta Sonia. Muitas ainda adicionam colorações ou descolorações mensais e remodelam os fios por meio de alisamentos químicos a cada dois meses, resultando em cabelos mais desestruturados e frágeis.

A marca alemã de cuidados com os cabelos que alia tecnologia e inovação para tratar, colorir e nutrir os fios, Goldwell, apresenta uma série de soluções para cuidar do cabelo da paulista de forma única e personalizada.

KIT SALVA-VIDAS

Com frizz, sujeira, oxidação, poluição e agressões autoinduzidas, o cabelo da mulher paulista precisa de cuidados personalizados para que os resultados sejam melhores e mais duradouros. A expertise no tratamento e cuidado com os fios da linha Kerashape, de Goldwell, oferece soluções únicas para cada necessidade desses fios.

Para cuidar dos cabelos sujos, indisciplinados e desidratados graças a ação da poluição e dos danos autoinduzidos, o shampoo de Kerashape Repower contém um mix de tensoativos equilibrados, que limpam e purificam com eficácia o couro cabeludo e os fios, sem agredir. O produto também ameniza o frizz, fazendo um pré-condicionamento suave, sem pesar nos fios.

Com ação revitalizadora e de hidratação, o condicionador Kerashape Repower garante a penteabilidade dos fios graças ao poder da queratina modificada e da seda leve, que contribuem para o suporte estrutural e a elastina, que penetra profundamente na fibra para fortalecê-la desde seu interior, aumentando a resistência e elasticidade dos fios.

Para finalizar e manter os cabelos livres do frizz e da radiação solar, o Protective Blow Dry Spray, de Kerashape Color, é a melhor sugestão. O spray bifásico desembaraça e dá brilho instantaneamente, garantindo cabelos suaves como seda, protegidos do calor e dos raios UV.  O produto hidrata imediatamente, evitando a porosidade do fio e o frizz, protege contra os danos térmicos causados pela água quente, secador e chapinha e protege também da radiação solar diária em São Paulo.

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4 Dicas para Remover Maquiagem Pesada e Evitar Resíduos na Pele

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Assim como a brincadeira só termina na hora de recolher os brinquedos, a beleza em usar maquiagem só é completa se soubermos remover completamente os resíduos da pele. “É muito importante ter higienização adequada e tirar toda a maquiagem: em toda a região facial para evitar a obstrução dos poros, que favorece o aparecimento de acne; na área dos olhos, para evitar olheiras e envelhecimento; e nos cílios para evitar blefarite, um processo inflamatório causado pela presença da sujidade que pode fazer uma obstrução do ducto de saída da glândula, criando uma inflamação e posteriormente as bactérias da nossa própria pele podem contaminar a área e evoluir para o terçol”, explica a dermatologista Dra. Claudia Marçal, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

O dermatologista Dr. Jardis Volpe, membro da SBD e da AAD, afirma que não é indicado retirar o make apenas com produtos de higiene básica, pois eles não são capazes de eliminar todas as impurezas. “O sabonete não é o produto ideal para remover a maquiagem, principalmente as mais carregadas. Veja a seguir o passo a passo ideal para a remoção eficiente da maquiagem.

1 – Demaquilante

O demaquilante é um produto eficaz, que ajuda a remover os resíduos de maquiagem e poluição, que são prejudiciais à pele. “Na hora de comprar o produto, as diversas opções podem gerar dúvidas sobre como escolher.

O melhor demaquilante é aquele no qual você não precise fazer força para retirar a maquiagem”. Está em dúvida sobre qual escolher? “Os demaquilantes em forma de loção, gel e espuma retiram os resíduos mais leves da pele, como restos de batom, blush e sombra em pó, porém, para remover produtos de longa duração e a prova d’ água, procure usar demaquilantes específicos para cada tipo de maquiagem. O demaquilante em creme é ideal para peles envelhecidas, sensíveis ou secas. Já a versão líquida se adequa a todos os tipos de pele, até as mais sensíveis. Mas atenção: nem sempre retira direito maquiagem à prova d’água. O demaquilante bifásico é metade óleo, metade água, ideal para tirar o make à prova d’água. Não é indicado para peles acneicas ou oleosas. Demaquilante em leite é ótimo para pele sensível, seca ou ressecada, mas também não é indicado para a pele com acne ou pele oleosa. Lenços podem variar na composição e ser adequado para cada tipo de pele. Por fim, a água micelar promove boa limpeza e é uma ótima opção para peles sensíveis e outros tipos de pele”.

2 – Sabonete

A escolha do sabonete deve ser baseada no tipo de pele e necessidades individuais. Há sabonetes de controle de oleosidade ou de acne com extratos anti-inflamatórios, ativos adstringentes como hamamélis, camomila, menta piperita, ácido salicílico, peróxido de benzoíla, triclosan, extratos cítricos, entre outros; as peles mais sensíveis, maduras ou secas devem receber loções de limpeza, mousse ou leites sem saponáceo para realizar a higiene diária sem retirar o manto lipídico protetor e apenas remover impurezas”.

3 – Esfoliar (de duas a três vezes por semana)

Para ajudar na renovação celular, melhorar a penetração dos ingredientes hidratantes que virão na sequência e complementar o ritual de beleza, o esfoliante é ideal. “Utilizar, de duas a três vezes por semana, um esfoliante, de preferência com ativos naturais, como a casca do arroz ou a semente de apricot para promover renovação epitelial. Aplicar na pele molhada, após lavar com o sabonete, massagear com movimentos circulares e deixar ficar por dois a três minutos e enxaguar”.

4 –  Tônico ou adstringente

A última etapa conclusiva do ritual de limpeza é a tonificação. “Estes produtos, apesar da nomenclatura tônico, podem ser calmantes, hidratantes, antioxidantes, adstringentes e mesmo agregarem o benefício de demaquilantes de modo complementar”, explica a médica Dra. Claudia Marçal. Os tônicos, além da limpeza complementar e da retirada de resíduos, têm o papel de recuperar também o pH da pele. “As peles oleosas podem se beneficiar de loções adstringentes com pequena porcentagem de álcool enquanto as mais sensíveis devem evitá-lo. Os ativos como moléculas mimetizadoras de células germinativas de extratos vegetais naturais como edelweiss, menta piperita, Iris, camomila, linho, romã, berrys são importantes para fazerem estas funções específicas de nutrição, efeito calmante e antioxidante.

É isso gente, caprichou na make capriche também na limpeza!

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Cabelos: 3 Dicas Infalíveis para Facilitar seu Dia-a-dia

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Cuidar dos fios em casa não é tão simples quanto parece, para quem tem cabelos curtos, longos com frizz ou de altura média cacheados, é preciso dispensar maiores cuidados e uso de produtos específicos. O hairstylist Tiago Cardoso, do Salão 1838 dá alguns conselhos para maior praticidade. Confira!

1 – Para cabelos curtos: Se for secar com o secador, tirar o excesso de água com uma toalha e aplicar o leave-in (líquido ou spray). Depois colocar uma quantidade equivalente a uma bola de tênis de mousse nas mãos e passar no cabelo, com movimentos para cima para secá-lo. Se o cabelo for curto com franja, escovar primeiro essa região e colocar um bob por 15 minutos. Se quiser usar spray em todo comprimento, vale lembrar que o spray deve ser suave. Em seguida passar o secador no jato frio e aplicar um pouco de óleo nos fios. Um look prático e moderno!

2 – Para cabelos longos com frizz: Usar leave-in próprio para frizz e secar com movimentos de cima para baixo utilizando o secador na potência máxima (mas com calor mínimo!). Se desejar um resultado ondulado, usar óleo nas pontas fazendo um coque. Ao soltar terá um ótimo resultado!

3 – Para cabelos médios cacheados: Ao sair do banho com os cabelos molhados, aplicar duas bolas de mousse e espalhar um ativador de cachos em todo comprimento, amassando-o. Com a cabeça para baixo, secar os fios com uma toalha, mas não totalmente (80% seco). Em seguida, deixar secar naturalmente ou usar um difusor. Caso opte pelo difusor, lembrar sempre de colocá-lo na potência mínima e no calor máximo. Depois, jogar todo o cabelo para frente aproximando – com muito cuidado – do couro cabeludo, sempre debaixo para cima, posicionando o difusor até cerca de 2 cm da raiz, por 5 minutos. Repetir o mesmo processo nas laterais, 3 minutos de cada lado (cabeça baixa). Aí sim, você terá o seu cabelo 100% seco!

Mas caso queira soltar um pouco os cachos, a dica é a seguinte: pegar 2 gotinhas de óleo, espalhar entre os dedos das mãos e escovar o cabelo, como se as mãos fosse um pente largo, pois os cachos vão se tornando mais soltos naturalmente.

Gostaram das dicas?

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Não Dispense o Protetor Solar no Inverno

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Os cânceres de pele são os mais incidentes no Brasil, representando cerca de 30% de todos os casos da doença – um número que chega a 165 mil novos casos por ano, segundo dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer). Por isso, o verão é marcado por intensas campanhas de conscientização sobre a doença, mas isso não significa que as estações mais frias do ano não representam risco para a pele.

Em geral, as pessoas tendem a relacionar o câncer de pele exclusivamente ao melanoma. Contudo, 95% dos casos de tumores cutâneos identificados no Brasil são classificados como não melanoma, um índice que está diretamente relacionado à constante exposição à radiação ultravioleta (UV) do sol. O sol durante o inverno, apesar de parecer mais “fraco”, continua emitindo radiação, que possui um efeito cumulativo na pele.

De acordo com Dr. Bernardo Garicochea, oncologista e especialista em genética da unidade do Grupo Oncoclínicas em São Paulo – Centro Paulista de Oncologia (CPO) -, é importante a avaliação frequente de um dermatologista para acompanhamento das lesões cutâneas. “As alterações a serem avaliadas como suspeitas são o que qualificamos como ‘ABCD’- Assimetria, Bordas irregulares, Cor e Diâmetro. A análise da mudança nas características destas lesões é de extrema importância para um diagnóstico precoce”.

Evitar a exposição excessiva e constante aos raios solares sem a proteção adequada é a melhor medida – e isso vale desde a infância. Vale lembrar que, mesmo áreas não expostas diretamente ao sol e menos visíveis – como o couro cabeludo – podem apresentar manchas suspeitas.

Imunoterapia e o melanoma

O melanoma é o tipo de câncer que apresenta o maior número de mutações genéticas no DNA do tumor. Essas mutações podem confundir o sistema imunológico do paciente e dificultar a ação de terapias tradicionais. Por isso, a imunoterapia é uma das grandes aliadas no tratamento da doença.

“A Imunoterapia é o tratamento que promove a estimulação do sistema imunológico por meio do uso de substâncias modificadoras da resposta biológica. Em resumo, trata-se de um grupo de drogas que, ao invés de mirar o câncer, ajuda as nossas defesas a detectá-lo e agredi-lo”, explica o Dr. Bernardo.De acordo com ele, 3% dos melanomas são hereditários. O especialista do Grupo Oncoclínicas indica alguns pontos de atenção que podem indicar propensão à doença:

Pessoas que possuem uma grande quantidade de pintas escuras espalhadas pelo corpo;
Incidência de melanoma em algum parente muito jovem (menos de 35 anos);
Mais de dois casos de melanoma na família (em qualquer idade).

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Cabelos Oleosos| 8 Mitos e Verdades

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Fios de cabelos grudados, oleosidade na pele, sensação de cabelos pesados, essas são só algumas das queixas de quem possui cabelo oleoso. Se você é daqueles que acorda de manhã, lava os cabelos e na hora do almoço já estão oleosos, com a sensação de sujos, então fique atento às dicas da Thais Antunes, barbeira e empreendedora que desvenda os mistérios desse incômodo que preocupa homens e mulheres.

Homens não tendem a ter cabelos oleosos

MITO – Segundo Thaisa maioria dos homens chegam ao salão reclamando que seus cabelos são oleosos. O cabelo curto favorece a distribuição mais rápida do sebo, o que gera a sensação de oleosidade, mas com algumas medidas é possível por fim a esse problema, como banhos mornos e xampus específicos. Homens que tem química no cabelo também tem tendência a ter os cabelos oleosos. O que deixa os cabelos oleosos é a progressiva.

Lavar o cabelo com água gelada diminui a oleosidade e hidrata

VERDADE. A água gelada ajuda a fechar a cutícula do cabelo, dando um efeito de mais brilho aos cabelos. De acordo com Thais Antunes, a dica é lavar o cabelo com uma água de morna para fria, e deixar o último jato mais gelado, isso vai ajudar no controle da oleosidade.

Existe xampu adequado para cada tipo de cabelo

VERDADE. Cada tipo de cabelo requer um cuidado específico. “No caso dos cabelos oleosos, o mais indicado são xampus transparentes, mas em conjunto com eles também é importante intercalar produtos leitosos, para evitar o ressecamento”, revela a barbeira.

Usar condicionador acima das orelhas aumenta a oleosidade

VERDADE. Uma pequena quantidade de condicionador já é o suficiente somente para o fechamento das cutículas, principalmente para os homens que possuem o cabelo mais curto. O condicionador é utilizado para repor parte do óleo natural do cabelo que é retirado pelo xampu. O couro cabeludo já produz uma oleosidade natural, por isso para quem tem cabelos compridos é preciso utilizar o condicionador apenas na extensão dos fios.

Álcool e vinagre ajudam a reduzir a oleosidade dos fios

MITO. Thais alerta que produtos de cozinha e alimentos são para ingestão. Cabelo é outra coisa. Existem produtos próprios para o cabelo, dos quais você consegue tirar a oleosidade, começando pelo xampu correto e a temperatura da água, além de outros cuidados.

Cabelos oleosos tem caspa

VERDADE. A alta testosterona afeta diretamente a glândula produtora de sebo, o que causa aumento da oleosidade, afetando a saúde dos cabelos, levando até dermatite seborreica, ou seja, a descamação do couro cabeludo. Thais, também acrescenta que o frio pode agravar a situação.

Relação hormonal

VERDADE. Nesses casos é necessário consultar um especialista, de preferência um dermatologista que pode fazer um tratamento para oleosidade e indicar outros profissionais caso seja necessário.

Química no cabelo deixa oleoso

VERDADE. A química pode prejudicar o couro cabeludo. É fundamental saber se há algum sinal associado, como a descamação do couro cabeludo, resultado de progressiva, ou algum tratamento químico.

Beijocasss!!

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Pesquisa da SBD Afirma que Protetor Solar não Impacta na Produção de Vitamina D

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Um estudo inédito promovido pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, durante o II Simpósio Nacional de Cabelos e Unhas, em agosto de 2017, no Rio de Janeiro, identificou que a utilização do protetor solar e exposição leve ao sol não afeta a capacidade de síntese cutânea de vitamina D. Coordenado pelos dermatologistas Flávio Luz (secretário-geral), Clívia Carneiro, Hélio Miot (1o secretário) e Sandra Durães, o estudo contou com o apoio da equipe do laboratório de análises clínicas da Universidade Federal Fluminense (UFF) e envolveu 95 voluntários, entre dermatologistas, alunos e participantes espontâneos.

Os participantes foram divididos em três grupos: confinados da exposição solar por 24h, expostos a doses baixas de sol (10-15 min que não chegam deixar a pele avermelhada) com e sem fotoprotetor tópico (FPS 30). Os seus níveis de vitamina D no sangue foram medidos na manhã antes da exposição solar e também na manhã seguinte, permitindo o cálculo da variação desses níveis, no intervalo de 24h.

A pesquisa revelou que a variação dos níveis plasmáticos de vitamina D foi maior  para o grupo exposto com filtro solar do que para o grupo confinado, mostrando que ocorreu síntese efetiva de vitamina D após breve exposição ao sol, mesmo com filtro solar.

“A diferença da variação dos níveis plasmáticos de vitamina D entre o grupo exposto com filtro solar e o grupo exposto sem o filtro não atingiu diferença significativa, indicando que não houve diferença substancial entre a exposição solar leve com e sem filtro solar”, explica Hélio Miot.

O médico salienta que a síntese de vitamina D depende de doses muito baixas de UVB em pequenas áreas do corpo. A radiação atinge a pele através do vestuário leve e couro cabeludo, áreas que não são completamente cobertas pelo filtro solar.

Os resultados do experimento subsidiam a manutenção da indicação da fotoproteção regular frente à exposição moderada ao sol e confirmam que a exposição solar mais segura para a pele deva ocorrer fora dos horários de pico do UVB (10h-16h), sob vestuário adequado, sem risco de vermelhidão (o que degrada a vitamina D da pele) e sem compromisso da síntese de vitamina D.

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