Discoloration Defense SkinCeuticals- Primeiras Impressões Após 1 Mês de Uso

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Oi gentee, tudo bem? Atendendo aos pedidos lá do Instagram ( já me segue  por lá? @falandodebeleza ) venho compartilhar com vocês as minhas primeiras impressões e resultados obtidos depois de 1 mês de uso do Discoloration Defense de SkinCeuticals, lembrando que eu tenho melasmas na parte frontal do rosto e algumas manchinhas de espinhas, bora?

O que diz o fabricante:

Discoloration Defense de SkinCeuticals é um sérum multicorretivo de uso diário que clareia as diferenças de tonalidade da pele com resultados visíveis e comprovados em pele brasileira. Formulado com 3% de ácido tranexâmico, 1% de ácido kójico, 5% de niacinamida e 5% de esfoliante enzimático, esse blend de ativos com alta performance uniformiza o tom, recupera a luminosidade e melhora a textura da pele.

Em um estudo clínico de 12 semanas, o Discoloration Defense melhorou significativamente a aparência das diferenças de tonalidade da pele:

• Pele 60% mais clara

• 81% de melhora no pós acne

• 54% de melhora na textura

• Tom de pele 59% mais uniforme

O que eu achei:

embalagem de vidro e aplicador conta gotas tradicional de SkinCeuticals;

√ sua fragrância é quase nula, possui um leve cheirinho de remédio;

√ o produto possui textura sérum, muito leve, bem aquosa, confortável e fácil de espalhar;

√ sinto que ele não é totalmente absorvido pela pele, parece que não seca completamente  deixando assim uma sensação levemente pegajosa ao toque, mas nada demais;

√ tenho usado o  Discoloration Defense apenas durante a noite por causa da sensação dele não secar por completo, por conta disso não me sinto confortável em aplicar outros produtos por cima dele;

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√ após a aplicação sinto a pele bastante hidratada e no decorrer do uso pude perceber uma melhora bastante significativa no nível de hidratação e na manutenção da mesma;

√ não tive reação/irritação alguma ao produto;

√ além da pele visivelmente mais clara e uniforme pude perceber uma melhora na textura e uma boa diminuição no tamanho dos poros;

√ o que eu pude notar quanto ao clareamento de manchas é que em manchas mais recentes (espinhas, machucadinhos, etc) a ação do produto é mais rápida, acredito que o clareamento neste caso seja mais eficaz por conta dessas manchas estarem na camada mais superficial da pele e por isso mais fácil de tratar. Já no clareamento do melasma comecei a notar um clareamento visível mais ou menos após 1 mês de uso e hoje com 1 mês e 2 semanas o meu melasma tá bem clarinho e se mantém assim.

Vou mantendo vocês informados e farei uma resenha completa e atualizada quando completar os 3 meses de uso, baseado no tempo do estudo clínico feito pela marca.

Quanto custou? Paguei R$ 199,90 na Drogasil – embalagem de 30 ml.

Alguém mais por aqui está usando esse produto? Me contem o que estão achando e quais os seus resultados, vamos trocar experiências!!

Beijocas e muito obrigada por sua visita!

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Por que Produtos Antissinais Param de Funcionar Após um Tempo?

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Aplicar o mesmo produto por mais de seis meses faz com que ele perca sua eficácia. Dermatologistas explicam por qual motivo isso acontece e o que deve ser feito

Você já deve ter notado que aquele produto antissinais fantástico que você comprou há seis meses agora não é tão bom assim. O que será que aconteceu? Você ficou mais exigente – afinal o produto começou tão bem – ou sua pele enjoou dele? “Um produto anti-idade tem três estágios de funcionamento: a fase inicial é de adaptação da pele, que pode durar algumas semanas. A segunda etapa é de efeito terapêutico, que pode durar semanas ou meses. A terceira fase é de tolerância, quando o ativo pode parar de trazer benefícios com uso contínuo”, explica o dermatologista Dr. Jardis Volpe, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Já a dermatologista Dra Thais Pepe, também membro da SBD, explica que os produtos skincare servem para manter a aparência da pele saudável, mas a penetração dos ativos ainda é pequena para um resultado impactante. Dessa forma, os efeitos aparecem geralmente após o primeiro mês de uso, mas existem estratégias para prolongá-los: “A pele é uma barreira de proteção e quanto menor o tamanho das moléculas, maior a penetração. Geralmente associar com um ácido aumenta os resultados e penetração, pois os ácidos diminuem a barreira cutânea”, completa a médica.

A alternância dos produtos, o aumento da concentração dos ativos ou a troca dos ativos. “Existem ativos que não podem ser usados por longo prazo. Um exemplo é o ‘queridinho’ DMAE, produto para firmeza que foi a sensação dos anos 2000. Seu uso ficou famoso após um livro do dermatologista Perricone sobre esse ativo, como promessa antiflacidez, porém estudos mostraram que seu uso crônico, após os três meses, pode causar o efeito contrário e deixar a pele flácida. Outro ativo é a hidroquinona, potente clareador liberado no Brasil e proibido em alguns lugares do mundo, como na Europa. Seu uso crônico acima de três meses pode deixar manchas brancas na pele, que chamamos de hipopigmentação em confete.

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Por isso, é importante visitar regulamente o dermatologista. “A grande maioria dos estudos com ativos antissinais é feito por um curto período de tempo e o resultado final é avaliado em algumas semanas. Então, o que conta nesse caso é a prática clínica do dermatologista para notar se houve o processo de tolerância da pele em relação a determinado ativo”, explica o médico, que cita o exemplo do ácido retinoico: “Ele pode causar irritação no início do tratamento, em algumas semanas a pele acostuma com o produto, e após um período, já é possível aumentar a concentração. Esse é um processo de tolerância da pele frente a um ativo. Isso pode acontecer com vários outros ativos, como o retinol, a vitamina C, ácidos e antioxidantes”, completa o médico, que faz uma ressalva: “Os protetores solares não tem essa tolerância, mesmo se usarmos um fator 50 cronicamente, ele não vai deixar de agir e nem reduzir seu efeito.”

Outro exemplo é com relação ao retinol. Alguns estudos apontam que esse ingrediente produz colágeno e melhora rugas após seis meses de uso, sem perda da eficácia. “Como conduta pessoal, é comum montar um cuidado domiciliar para os meus pacientes com uso alternado de produtos e quando paro de observar o efeito desejado, aumento a concentração dos ativos ou troco por outros. Por exemplo, para o colágeno, costumo prescrever para o verão o retinol, pois não sensibiliza a pele. Após quatro meses, substituo pelo ácido retinoico por mais quatro meses, em uma época de clima mais ameno, em noites alternadas com o retinol. Assim introduzo um ativo novo e dou um up no resultado”, comenta.

Para aumentar a eficácia do tratamento cosmético anti-idade, os médicos concordam que é necessário visitar o dermatologista a cada quatro meses para que ele possa mudar os ativos, aumentar a concentração ou trocar radicalmente o protocolo skincare. “E, é claro, nunca esquecer de higienizar, esfoliar e tonificar a pele para ter os melhores resultados”, finaliza a Dra. Thais.

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4 Dicas para Remover Maquiagem Pesada e Evitar Resíduos na Pele

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Assim como a brincadeira só termina na hora de recolher os brinquedos, a beleza em usar maquiagem só é completa se soubermos remover completamente os resíduos da pele. “É muito importante ter higienização adequada e tirar toda a maquiagem: em toda a região facial para evitar a obstrução dos poros, que favorece o aparecimento de acne; na área dos olhos, para evitar olheiras e envelhecimento; e nos cílios para evitar blefarite, um processo inflamatório causado pela presença da sujidade que pode fazer uma obstrução do ducto de saída da glândula, criando uma inflamação e posteriormente as bactérias da nossa própria pele podem contaminar a área e evoluir para o terçol”, explica a dermatologista Dra. Claudia Marçal, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

O dermatologista Dr. Jardis Volpe, membro da SBD e da AAD, afirma que não é indicado retirar o make apenas com produtos de higiene básica, pois eles não são capazes de eliminar todas as impurezas. “O sabonete não é o produto ideal para remover a maquiagem, principalmente as mais carregadas. Veja a seguir o passo a passo ideal para a remoção eficiente da maquiagem.

1 – Demaquilante

O demaquilante é um produto eficaz, que ajuda a remover os resíduos de maquiagem e poluição, que são prejudiciais à pele. “Na hora de comprar o produto, as diversas opções podem gerar dúvidas sobre como escolher.

O melhor demaquilante é aquele no qual você não precise fazer força para retirar a maquiagem”. Está em dúvida sobre qual escolher? “Os demaquilantes em forma de loção, gel e espuma retiram os resíduos mais leves da pele, como restos de batom, blush e sombra em pó, porém, para remover produtos de longa duração e a prova d’ água, procure usar demaquilantes específicos para cada tipo de maquiagem. O demaquilante em creme é ideal para peles envelhecidas, sensíveis ou secas. Já a versão líquida se adequa a todos os tipos de pele, até as mais sensíveis. Mas atenção: nem sempre retira direito maquiagem à prova d’água. O demaquilante bifásico é metade óleo, metade água, ideal para tirar o make à prova d’água. Não é indicado para peles acneicas ou oleosas. Demaquilante em leite é ótimo para pele sensível, seca ou ressecada, mas também não é indicado para a pele com acne ou pele oleosa. Lenços podem variar na composição e ser adequado para cada tipo de pele. Por fim, a água micelar promove boa limpeza e é uma ótima opção para peles sensíveis e outros tipos de pele”.

2 – Sabonete

A escolha do sabonete deve ser baseada no tipo de pele e necessidades individuais. Há sabonetes de controle de oleosidade ou de acne com extratos anti-inflamatórios, ativos adstringentes como hamamélis, camomila, menta piperita, ácido salicílico, peróxido de benzoíla, triclosan, extratos cítricos, entre outros; as peles mais sensíveis, maduras ou secas devem receber loções de limpeza, mousse ou leites sem saponáceo para realizar a higiene diária sem retirar o manto lipídico protetor e apenas remover impurezas”.

3 – Esfoliar (de duas a três vezes por semana)

Para ajudar na renovação celular, melhorar a penetração dos ingredientes hidratantes que virão na sequência e complementar o ritual de beleza, o esfoliante é ideal. “Utilizar, de duas a três vezes por semana, um esfoliante, de preferência com ativos naturais, como a casca do arroz ou a semente de apricot para promover renovação epitelial. Aplicar na pele molhada, após lavar com o sabonete, massagear com movimentos circulares e deixar ficar por dois a três minutos e enxaguar”.

4 –  Tônico ou adstringente

A última etapa conclusiva do ritual de limpeza é a tonificação. “Estes produtos, apesar da nomenclatura tônico, podem ser calmantes, hidratantes, antioxidantes, adstringentes e mesmo agregarem o benefício de demaquilantes de modo complementar”, explica a médica Dra. Claudia Marçal. Os tônicos, além da limpeza complementar e da retirada de resíduos, têm o papel de recuperar também o pH da pele. “As peles oleosas podem se beneficiar de loções adstringentes com pequena porcentagem de álcool enquanto as mais sensíveis devem evitá-lo. Os ativos como moléculas mimetizadoras de células germinativas de extratos vegetais naturais como edelweiss, menta piperita, Iris, camomila, linho, romã, berrys são importantes para fazerem estas funções específicas de nutrição, efeito calmante e antioxidante.

É isso gente, caprichou na make capriche também na limpeza!

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Pesquisa da SBD Afirma que Protetor Solar não Impacta na Produção de Vitamina D

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Um estudo inédito promovido pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, durante o II Simpósio Nacional de Cabelos e Unhas, em agosto de 2017, no Rio de Janeiro, identificou que a utilização do protetor solar e exposição leve ao sol não afeta a capacidade de síntese cutânea de vitamina D. Coordenado pelos dermatologistas Flávio Luz (secretário-geral), Clívia Carneiro, Hélio Miot (1o secretário) e Sandra Durães, o estudo contou com o apoio da equipe do laboratório de análises clínicas da Universidade Federal Fluminense (UFF) e envolveu 95 voluntários, entre dermatologistas, alunos e participantes espontâneos.

Os participantes foram divididos em três grupos: confinados da exposição solar por 24h, expostos a doses baixas de sol (10-15 min que não chegam deixar a pele avermelhada) com e sem fotoprotetor tópico (FPS 30). Os seus níveis de vitamina D no sangue foram medidos na manhã antes da exposição solar e também na manhã seguinte, permitindo o cálculo da variação desses níveis, no intervalo de 24h.

A pesquisa revelou que a variação dos níveis plasmáticos de vitamina D foi maior  para o grupo exposto com filtro solar do que para o grupo confinado, mostrando que ocorreu síntese efetiva de vitamina D após breve exposição ao sol, mesmo com filtro solar.

“A diferença da variação dos níveis plasmáticos de vitamina D entre o grupo exposto com filtro solar e o grupo exposto sem o filtro não atingiu diferença significativa, indicando que não houve diferença substancial entre a exposição solar leve com e sem filtro solar”, explica Hélio Miot.

O médico salienta que a síntese de vitamina D depende de doses muito baixas de UVB em pequenas áreas do corpo. A radiação atinge a pele através do vestuário leve e couro cabeludo, áreas que não são completamente cobertas pelo filtro solar.

Os resultados do experimento subsidiam a manutenção da indicação da fotoproteção regular frente à exposição moderada ao sol e confirmam que a exposição solar mais segura para a pele deva ocorrer fora dos horários de pico do UVB (10h-16h), sob vestuário adequado, sem risco de vermelhidão (o que degrada a vitamina D da pele) e sem compromisso da síntese de vitamina D.

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Nova Arma Contra o Melasma

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O ácido tranexâmico é a nova arma contra o melasma – Encontro anual da Academia Americana de Dermatologia aponta o tratamento como um dos melhores arsenais contra a doença.

Uma das queixas mais comuns nos consultórios de dermatologia é o aparecimento de melasmas. Problema que vem atingindo boa parte da população, o melasma é um pesadelo na vida das mulheres devido às manchas acastanhadas que aparecem geralmente no rosto, no colo e nos braços, sendo que também pode surgir em homens e, atualmente, não tem cura.

Porém, novos tratamentos vêm sendo desenvolvidos para tratar e amenizar o problema. Foi o que aconteceu no encontro anual da Academia Americana de Dermatologia — 2018 / Annual Meeting —American Academy of Dermatology, realizado em fevereiro, na Califórnia, onde foram discutidas novas tecnologias que surgiram para auxiliar no tratamento da doença.

De acordo com a dermatologista Fernanda Sanchez, Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, o Ácido tranexâmico foi um dos temas centrais apontados como a grande novidade no tratamento ao melasma. “O congresso contou com a presença de médicos de todo o mundo e o ácido tranexâmico foi  um dos temas mais discutidos. Ele é o queridinho atualmente e age contendo o desenvolvimento das inflamações no tecido reduzindo a presença das manchas na pele de indivíduos susceptíveis à doença”, afirma a especialista.

Não é segredo para ninguém que o principal causador do melasma é a exposição à luz ultravioleta, fator preponderante na ativação do plasminogênio, que promove o aumento de plasmina, uma proteína que aumenta a melanogênse, ou seja, a formação da melanina responsável pelas manchas. “O ácido atua impedindo o aumento de plasmina e, consequentemente, diminui as chances do desenvolvimento do melasma”, explica Fernanda.

Indicado para tratar manchas provenientes de gravidez, mudanças hormonais ou por exposição solar, este ácido tem uma variação na forma de aplicar e possui também uma versão em gel, oral e injetável, sendo essa última feita na presença de um dermatologista. Os resultados da utilização do ácido tranexâmico têm sido rápidos e duradouros. “Mesmo não tendo cura, alguns pacientes já apresentam de 30 a 90% de diminuição das manchas de melasma encontradas no tecido cutâneo”, afirma Fernanda Sanchez.

Luz de computador e celular pode piorar o melasma? Outro ponto discutido no Congresso vem deixando os pacientes de cabelo em pé nas clínicas de dermatologia. A luz presente em celulares e computadores, a chamada luz azul ou visível, pode sim ser vilã quando o assunto é o tratamento do melasma. Isso se dá porque ela penetra de forma mais profunda na pele promovendo uma pigmentação mais difícil de tratar. E para impedir que isso aconteça, novos tipos de filtro solar estão sendo desenvolvidos combatendo os efeitos negativos específicos desse tipo de radiação. “Os protetores que usamos geralmente quando vamos à praia ou qualquer outro lugar onde ficaremos expostos a luz solar não são capazes de nos proteger contra a luz visível e azul. Nesse caso, é recomendável a utilização de filtros com cor, mesmo em ambientes fechados”, afirma Fernanda aconselhando que é importante ir a um dermatologista antes de investir em um protetor solar.

Beijocas e até mais!

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Novidade Contra o Melasma: Discoloration Defense Skinceuticals, 60% Redução das Manchas

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Tá rolando em San Diego o AAD – congresso anual americano de dermatologia, evento esse sempre recheado de novidades e inovações da área dermatológica, como acompanho várias dermatologistas tô sempre de olho no que está por vir e venho compartilhar com vocês uma delas que muito me chamou a atenção Discoloration Defense de SkinCeuticals

O que é ? Discoloration Defense é um sérum despigmentante de uso diário de última geração, uma combinação de ingredientes potentes e clinicamente comprovados – incluindo o ácido tranexâmico para tratar os principais tipos de descoloração da pele.

Pra que serve ? é um tratamento de alta potência no combate contra as manchas, melasma, descoloração, marcas de acne e até das manchas mais teimosas e difíceis de tratar, como as de tons amarronzados.

Além de reduzir a aparência das manchas, Discoloration Defense uniformiza a tonalidade e melhora o viço da pele.

Os resultados são visíveis em apenas 2 semanas.

Principais ingredientes: 3% de ácido tranexâmico, 1% de ácido kójico, 5% de niacinamida e 5% de Hepes

Fórmula livre de hidroquinona, sem glúten, sem silicone e sem perfume.

Indicado para todos os tipos de pele.

Vai chegar no Brasil? Sim, em meados de Abril. Valor do produto ainda não divulgado, volto pra atualizar quando souber, ok?

Quem tá louco pra por as mãos num vidrinho desse?? SkinCeuticals é tudooo e eu já quero pra ontem!!

Beijocas e ótimo fim de semana pra vocês!!

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A Maquiagem Pode Acelerar o Envelhecimento da Pele?

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Mito. Essa é uma das afirmações que mais deixam as mulheres nervosas. Afinal, usamos a maquiagem para ressaltar nossa beleza natural e esconder imperfeições. Se a maquiagem causasse danos para nossa cútis, ajudasse no envelhecimento precoce e no aparecimento de manchas na pele, nada mais faria sentido.

O uso correto da maquiagem não causa nenhum desses danos citados acima. Existem outros hábitos que ajudam no envelhecimento precoce da pele, como ingerir bebidas alcoólicas, fumar, não usar protetor solar e a alimentação incorreta.

Podemos ir além, se produtos que usamos no rosto como base, primer e pó compacto possuem algum fator de proteção solar, o envelhecimento precoce baterá longe de nossas portas!

Mas não podemos nos esquecer de retirar toda a maquiagem antes de dormir com produtos específicos e fazer uma limpeza com adstringente para garantir que nossos poros não estejam obstruídos por nenhum produto e consigam respirar durante a noite.

Portanto, pode ficar tranquila! Usar pouca ou muita maquiagem não envelhece e nem causa danos para a sua pele.

Fonte: Thais Pepe Dermatologia

Beijocas!!

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