Uso de protetor solar nas crianças: o que devemos saber?

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As crianças despendem grande parte de seu tempo em atividades externas e, assim, expõem-se a proporções maiores de radiação solar. Em média, elas ficam expostas ao sol cerca de 2,5 a 3 horas diárias, representando uma dose anual próxima de 3 vezes a dose anual recebida por um adulto, e assim devemos tomar alguns cuidados com elas.

  • Evitar o sol das 10:00 as 16:00h, pois esse período é o pico de Ultravioleta B, o principal responsável pelo câncer de pele.
  • Hidratar com água, sucos, água de coco, evitando a desidratação pela transpiração.
  • É proibido usar filtro solar em crianças abaixo de seis meses de idade. Nessa faixa etária, deve-se evitar a exposição solar, deixando-as em locais que tenham sombra, guarda-sol, usar roupas apropriadas – algumas marcas têm proteção UV.
  • Como a pele do bebê é mais fina e está em desenvolvimento, o filtro solar de qualquer natureza, seja de composição química ou física, pode desencadear quadros de irritação e alergia.
  • Em crianças com idade maior que seis meses já está indicado o filtro solar, dando preferência para filtros físicos, e daí a importância da prescrição do dermatologista. Só ele pode indicar, dependendo da pele da criança ou bebê, o protetor mais adequado.
  • Mesmo em crianças acima de seis meses, também é importante a proteção mecânica com uso de bonés e roupas com UV.
  • Reaplicar o filtro solar a cada duas horas. A quantidade também influencia na proteção.
  • Episódios de queimadura solar especificamente na infância representam um papel preponderante na formação do melanoma, um tipo de câncer solar que mais mata, segundo alguns estudos, reforçando assim ainda mais importância da fotoproteção na infância.
  • Sabe -se que 50% do total da radiação solar recebida em toda a vida ocorre nos primeiros 18 anos de vida. Já foi estimado que a incidência de câncer de pele não-melanoma ao longo da vida pode ser reduzida em 78% como uso regular de fotoprotetores durante os 18 primeiros anos de vida.

Qualquer dúvida sobre esse assunto, procure seu médico dermatologista

Fonte: Dr. Alexandre Moretti de Lima

Patrícia Cabral  —> Facebook , Instagram , Google+ , Snapchat: falandodebeleza 

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